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9 de abr. de 2009

Remixtures



Viajando por aí, topei com este blog português bastante interessante e informativo. Se apresenta assim:


Remixtures.com é um blog assinado por Miguel Caetano sobre a cultura da remistura. Com este espaço, pretendemos criar um posto avançado de observação e reflexão sobre o que de mais recente e interessante ocorre no domínio da cultura livre emergente - netlabels, net-art, P2P, copyleft, Creative Commons, Mash-Ups, remixes - e dos entraves que se colocam ao seu pleno desenvolvimento, no sentido da partilha e reapropriação generalizada do conhecimento. Porque todo o criador não é senão um (re)apropriador das criações de muitos outros.

Mais, no próprio Remixtures.

1 de abr. de 2009

Música Online 2.0

Adicionei mais um link à nossa lista. O site é espanhol e se chama Música Online 2.0. E tem traduções de outros sites também.

De lá retirei este curioso texto:

Las discográficas se rendirán en 2011

¿Por qué los responsables de la industria discográfica parecen no tener ni idea de lo que se cuece? Su negocio se desintegra a la vista de todo el mundo. Y sin embargo todo lo que parece obsesionarles son una serie de ganancias a corto plazo; desde llevar a juicio a simples escuchas por haber obtenido su música mediante descargas hasta exprimir todo lo posible los derechos procedentes de nuevos y exitosos servicios online. Está claro sin embargo que el coste a largo plazo va a ser terrorífico. De momento toda una generación de jovenes amantes de la música obvian por completo la presunta ilegalidad del robo de música. Tanto descargar como escuchar online es gratis. Desde el momento en el que es tan sencillo copiar una canción como lo es realizar un millón de copias, no debería haber otro remedio que permitir una amplia zona gris alrededor del concepto de uso justo. O eso, o la superestructura económica detrás del negocio discográfico se va al carajo.

La creencia en la existencia de algo llamado «propiedad intelectual» se ha vuelto absurda.

Michael Arrington cuenta haber estado almorzando con un directivo de una gran discográfica y charlando sobre el tema. Su sorprendente respuesta es ésta:

Es parte del plan. Las discográficas sabemos que la música grabada, ya sea descargada o en streaming va a ser gratis en el futuro. Llevamos mucho tiempo discutiéndolo sin descanso. Las ventas de CDs se reducen a ritmo de un 20% cada año, y lo único que podría parar esa tendencia es simplemente que las ventas lleguen a cero. Y nada va a sustituir esos beneficios.

La música grabada va a tardar poco en convertirse en marketing colateral. Pronto la práctica totalidad de los beneficios van a ser obtenidos de las actuaciones en directo, camisetas, tonos de llamada, etc. Todos esos servicios en Internet que ahora están siendo llevados a juicio van a tardar poco en convertirse en utilísimos medios para dar a conocer la nueva música. Hoy por hoy, pagan, bien en concepto de streaming, bien con indemnizaciones tras juicios. Pero pronto el flujo del dinero bien podría darse la vuelta, y ser los servicios los que son pagados por las discográficas.

En 2013, o posiblemente en 2011, las discográficas ya habrán reorganizado sus modelos de negocio alrededor de lo que ya es Internet, las redes sociales y los servicios para compartir ficheros. Ya no estarán atadas a las ventas en soportes físicos. Harán bien las bandas en gritar aquello de «por favor pirateen mis canciones» porque la condición de leoninos de los nuevos contratos no va a tener precedente. Las discográficas van a llevarse ahora su buen porcentaje de conciertos, mercadería, patrocinios publicitarios, sitios de fans, etc.

Como consumidor, no esperes un gran cambio. Incluso si diez años más allá ya no existen las discográficas.

26 de mar. de 2009

Sequência do vídeo do Think Tank

http://vimeo.com/ybmusic/videos
São 12. Eu só vi o primeiro.
Vou dar uma olhada nos que têm títulos mais interessantes. Depois nos falamos a respeito.

Esse é o segundo da série.

Think Tank, parte 2 - "Se tirar o logotipo você já não sabe mais quem é o artista" from yb music on Vimeo.

23 de mar. de 2009

Para começo de conversa

Muitos livros e blogs têm sido fonte de informação para me ajudar na
tarefa de entender o que está acontecendo com o mundo musical. Abaixo
vou listar tudo que me causou mais impacto.

Houve um tempo em que eu só ouvia reclamação e saudosismo. E uma
vontade enorme de se manter o status quo. Até de voltar no tempo. Até
hoje tem gente dizendo que a saída é a volta do vinil. Saída para
quem? Para as gravadoras, talvez. Nunca para o público. Quem é que vai
voltar a carregar malas de discos se pode ter no bolso um i-pod com
muito mais música, de uma forma muito mais acessível? Ah, e já
inventaram o toca-discos com saída USB. Quem vai controlar as pessoas
para não digitalizarem seus vinis?

Em suma, o passado passou. Naturalmente. Sempre foi assim.



Recomendo, para começar a entender esses tempos líquidos, “A Cauda
Longa” de Chris Anderson – descobri que esse é um livro mais comentado
que lido -, The Future of Music e “Music 2.0” de Gerd Leonhard do
site Media Futurist, o e-book The 20 Things You Must Know About Music
Online
de Andrew Dubber, e “Permission Marketing” de Seth Godin
assim como os e-books disponíveis no seu site.



Entre os blogs, vale a pena dar uma passeada pelos indicados na barra
lateral e assinar (RSS) os que você achar mais interessantes.
Em breve estarei lançando o meu e-book - gratuito, logicamente -
Dicas de Sobrevivência do Música no Mundo Digital, mas, para quem
quiser se adiantar, é só passar no meu site e procurar pelos capítulos
na seção Diário de Bordo.

Alguém tem alguma outra indicação?