A matéria foca no site brasileiro Sonora e no sueco Spotify.

Desde fevereiro deste ano o Sonora está com o conteúdo aberto, de grátis. Tem 200 mil assinantes e cresce numa base de 2.500 por dia. Isso no modelo gratuito, pois há três planos pagos, de 9,90 a 19,90 reais por mês. O plano grátis, pelo que vi, dá direito a 20 horas por mês - e anúncios entre as músicas. Nos planos pagos é possível baixar, mas ainda com os indefectíveis DRMs. A remuneração varia, mas de uma forma geral os lucros são repassados para as gravadoras de acordo com o número de vezes que a música foi ouvida. E da gravadora para o artista. Lucro? Dizem os caras do Sonora que ele é lucrativo desde o início, por ter herdado patrocinadores do portal Terra.
Eles têm um acervo até grandinho. Mas fiz uma pesquisa e não têm Beatles ou The Who, por exemplo. Estão lutando para tocar a Warner também.

O Spotify tem mais de 1 milhão de usuários só na Inglaterra e cresce a uma base de 20 mil pessoas assinantes diários. Lá já estão Caetano, Chico e até uns sertanejos. Há bons nomes de música clássica também - isso, no Sonora, nem em sonho. Uma coisa bacana é que, assim como a Last.fm, ele contextualiza os artistas, com dados sobre biografia e discografia. O Sonora não tem isso.
O site tem três pacotes de acesso. Para o Brasil só é possível acessar o último, pago.
Aqui abaixo vai uma comparação entre os recursos dos dois sites:
Acervo
Sonora: 1 milhão de músicas
Spotify: 3 milhões de músicas
Rádio
Os dois têm, mas o Spotify oferece seleção combinada de ano e ritmo.
Playlist
Em ambos as playlists personalizadas ficam memorizadas
Download
O Sonora tem planos de downloads ilimitados, o Spotify não.
Acordos com gravadoras
O Spotify tem com todas as grandes, o Sonora não tem a Warner.
Biografias e informações
Só no Spotify.
Acesso no Brasil
O Sonora tem acesso gratuito e assinaturas. O Spotify, só assinaturas.
Histórico do usuário
No Sonora, de até seis meses atrás
