6 de mai de 2009

Será a ponta do iceberg musical?


Parece que estamos começando a descobrir outros artistas que estão obtendo algum resultado com táticas alternativas de divulgação e distribuição de música. O Roger do Ultraje vai escrever um texto sobre o que eles andam fazendo no ReverbNation – que ele está adorando -, quero um depoimento do Teatro Mágico – que faz muito show, onde aproveita para vender muito CD, tem um super esquema de merchandising e dá músicas na internet - e, por indicação do Beni, vou procurar saber mais sobre o Móveis Coloniais de Acaju.

Alguém tem mais alguma dica?

Não precisa ser um estouro, mas tem que ser alguma ideia diferente que ajude a manter e esquentar a carreira da banda ou do artista.

Só quero saber se esses casos são a ponta do iceberg ou honrosas exceções.

31 comentários:

  1. O "Tecnobrega" de Belém tem uma forma bem peculiar de produção, divulgação e distribuição. A experiência já rendeu até um livro: http://migre.me/X7Z

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  2. Olha, ontem eu achei no myspace, o Luciano Nassyn ( Ex trem da alegria ) e fiquei impressionado com o número de audições que ele tinha, mais de 40000 ( Quarenta mil )só ontem, sempre vejo ele online, pelo que eu sei ele não tem nenhum esquema grande de divulgação.
    Móveis coloniais de Acaju assinou com a Trama.
    No brasil existe um mercado de música independente muito bem segmentado, que gira em torno de festivais que acontece em vários cidades durante todo o ano, existem bandas que já possuem um público muito bem consolidado e agenda cheia sem nunca ter tocado numa rádio, vanguart, Móveis...Macaco Bong, Los porongas, Autoramas,etc.

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  3. Áureo, você sabe como é a comunicação deles com o público, se têm site, dão músicas etc?

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  4. Leoni, não tenho essas informações de cada banda individualmente, mas sei que todas elas participam de um circuito de festivais, nos quais podemos incluir "Grito Rock festival (MT), Festival Calango (MT), Goiânia Noise Festival (GO), MADA festival (RN), 6º Primeiro Campeonato Mineiro de Surf (BH), 2º PMW Festival (TO), 2º Festival Varadouro (AC), 2º Festival Jambolada (MG), 5º Festival Demosul (PR), 2º Festival Beradeiros (RO), 3º Vaca Amarela Festival (GO), Laboratório Pop Festival (RJ),bananada, etc" e muitos desses festivais são organizados por uma produtora que se chama " monstros discos", essa produtora também agencia muitos desses artistas dessa cena "indie", www.monstrodiscos.com.br , a coisa funciona meio de forma independente, sendo que muitas dessas bandas não possuem nem site próprio, mas já vi muitas disponibilizando álbuns inteiros em sites como o " Myspace" e o "trama virtual".

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  5. Mas eu vejo isso como um mercado paralelo que se criou, a internet possibilita ações isoladas, nesse exemplo que citei já existe todo um mercado consumidor que sustenta esse cenário "indie".

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  6. Não sei se isso é regra pra todo e qualquer estilo musical, mas eu to bem preocupado com a cena pop/derivados no Brasil. Eu acompanho direto vários artistas novos que tem uma projeção legal, disco bonitão, visual legal, divulgação, música legal, myspace e todos os sites imagináveis... ninguém tem agenda. Há meses eu tenho notado isso, é "pocket-show" pingando aqui e ali, raras lonas culturais, e só... Gig independente mesmo, com banda, produção básica, quase não tem. Será que sempre foi assim? Alguém que mora aí no sudeste tem algo a comentar, ta vivenciando isso?

    Áureo, eu já tinha visto o Luciano... E outros caras "bombando" no MySpace, mas a única coisa capaz de comprovar algo ali é a agenda, o resto (tudo que se trata de números) é manipulável (não sei se é o caso do Luciano, mas vários outros são, é bem explícito).

    Agora falando como ouvinte, já descobri vários artistas maravilhosos, só fuçando na web...
    Porém, a empolgação é momentânea (com tanta informação) e logo perco interesse. Volto uma vez na vida... Isso não acontece com shows. A experiência "ao vivo" deixa uma marca no público, "amarra". Quem assiste um show dificilmente vai perder o interesse no artista.

    Só que... sem agenda, tá difícil.

    Eu acho que tem faltado uma ação mais coletiva dos independentes, ta todo mundo cuidando da sua barraquinha e a "cena" ta fraca, ou simplesmente não existe, logo na Era da comunicação!


    Desculpe sair um pouco da proposta desse tópico, mas é pq há muito tempo quero compartilhar isso com alguém!

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  7. E pra ngm fazer cara feia pra mim...
    A banda mais recente que vi adotando o "baixe o disco gratuito" foi a Forfun. Segundo o Rodrigo Vidal (mixou o disco deles), bombou muito, milhares e milhares de downloads.

    E no site tem o esquema de cadastro (como o seu Leoni), link pra todos os sites públicos e etc...
    Outros casos dentro do novo contexto, tenho visto poucos ainda aqui no Brasil.

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  8. acho bacana os downloads patrocinados da tramavirtual. vale saber se é um negócio rentável mesmo.

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  9. Geovanni, você tem toda a razão em relação a essa história da agenda. O que é gratuito tem a função de atrair as pessoas para algo que gere receita, como o show. Se não há receita não há possibilidade de uma carreira.
    Mas temos que nos lembrar que o caminho é longo. Quanto tempo um médico leva para começar a fazer dinheiro com seus conhecimentos? Anos de faculdade, mais anos de residência, mais anos até o consultório ter uma clientela.
    A diferença é que os pais acreditam em dar apoio financeiro para os filhos nesse caso. Já quando o filho diz que vai ser artista...
    Tenho amigos no mundo alternativo que não conseguem pagar as contas mais modestas com o que ganham em shows. Todos têm que ter outras fontes de renda.

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  10. Márcio, bacana você ter falado na Trama Virtual. Ontem eu falei do Móveis Coloniais de Acaju e hoje, por uma incrível coincidência, recebo um e-mail da Trama Virtual avisando do lançamento de seu novo álbum - que ainda não está no site, eu chequei. Resolvi então pedir para que eles escrevam um texto explicando o modelo de negócios deles.
    Pelo que eu vi no site, é algo que não engrenou. Não vi nenhum outro patrocinado que não o próprio patrocinador da Trama - VR.
    Pedi para que eles me digam como se remuneram, quanto os artistas ganham por download e se há outros patrocinadores em vista.
    Acho que é uma aposta, mas que até agora não se concretizou.
    Com a palavra, a própria Trama Virtual.

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  11. Geovanni, concordo com você em relação a manipulação de números no myspace, tem profiles que 11:00 da manhã estão com 4 acessos, 14:00 já tem 3000, muito estranho isso né. Quanto a agenda, se fizermos uma análise desses artistas que citei acima, veremos que muito desses possuem uma agenda regular, e todos participam do mesmo circuito, Festivais, Viradas culturais, etc.. Mas como eu já havia dito anteriormente, eu não os vejo como um fenômeno de internet, acho que eles fazem parte de uma cena bem estruturada que flerta muito bem com a Net, talvez o teatro mágico, a Mallu magalhães possam nos oferecer melhores exemplos da utilização de net.

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  12. "Pelo que eu vi no site, é algo que não engrenou. Não vi nenhum outro patrocinado que não o próprio patrocinador da Trama - VR."

    Leoni
    Muito bom o texto e o blog. Não conhecia. Virei fã!

    Sobre o patrocínio, ontem mesmo vi alguns álbuns com patrocínio da VW:
    http://albumvirtual.trama.uol.com.br/

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  13. Mauricio, seja bem vindo! Apareça sempre e participe. Vou checar o link. Valeu pela dica.

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  14. Ontem fui atrás do Móveis Colonias, gostei. To esperando o disco (virtual) sair, amanhã. Eu tenho uma conta no TramaVirtual e acredito que o download remunerado ainda está engatinhando, uma pena pq é uma idéia muito bacana. Depois que fiz o Myspace, perdi o interesse no Trama... acho que o layout/visual conta muito no interesse do público em geral.

    Áureo, o Myspace é cheio de fakes mesmo. Um que não precisava disso era a banda "Crase"... trabalho ótimo. Mas parece que é um robô que controla aquilo, ate e-mail mandei (pra comprar o disco), não respondem nada... A banda simplesmente não existe, vai entender. Vc conhece essa banda Leoni? O Paul Ralphes produziu...

    Agora, a Mallu eu desconfio hehehehehe

    Leoni, eu faço parte desse grupo de novos artistas, acredito. Mas vejo que a minha fonte alternativa de renda é o que chamo carinhosamente de "voz/violão/ganha-pão". Pra cada 20 shows que eu faço assim, só um é "de verdade", com banda, música autoral, etc. Eu posso estar equivocado, mas parece que os novos artistas de majors não fazem esse "trabalho sujo" com medo de desgastar imagem ou simplesmente acabar com o mito/glamour "artista". Eu acho que não tem nada haver, tem que sair tocando por aí mesmo, viver de música e pra musica, literalmente. O Jorge Vercilo ainda tocava em bares, mesmo com música bombando na novela. Ele até falava no mic sobre a música e a novela, e ngm acreditava - segundo ele diz no dvd...

    Vcs tem alguma opinião quanto a isso?

    Abraçao e obrigado por responderem.

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  15. Geovanni, eu conheço a Crase, essa banda realmente é muito boa e teve um CD Lançado pela Sony/BMG,tiveram 3 músicas em novela, eles fizeram vários shows aqui em BH por volta de 2003/04, os integrantes fizeram parte daquela banda cogumelo plutão, lembra? Engraçado que quando eles criaram o myspace eu era um dos 30 e poucos amigos que eles tinham, pq o Caio Márcio ( Vocalista) é conhecido meu, mas aí esse ano vi o Booommm que a banda deu no myspace, não sei como fizeram isso, mas eles devem estar preparando algo novo, pq existem umas cançõs no myspace que não fizeram parte do CD citado acima.

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  16. Completando, tem uma canção inédita, e não várias, mas é estranho mesmo como o myspace deles encheu. Existe algum programa pra adicionar amigos no myspace? Geovanni, eu ambém estou iniciando minhja carreira solo, apesar de já ter uma estrada como instrumentista. O que eu fiz foi criar uma banda de covers pra salvar uma grana, assim eu tento manter o meu show só com repertório autoral, ou pelo menos parte dele. Mas a estrada é árdua pra todos.

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  17. Eu dei uma pesquisada bacana Áureo... parece que a banda acabou. Será que estão ensaiando uma volta? Vi que as músicas todas são do vocalista/tecladista. Vamos aguardar...

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  18. Pois é Áureo, a minha história é exatamente a mesma. Sou tecladista há muito tempo e resolvi meter a cara no trabalho solo ano passado. É bem mais difícil, mas não deixei meu lado instrumentista, nem pensar. Sempre fiz muita gig, é vital pra minha sobrevivência!

    Ontem eu tava ensaiando Lenny Kravitz, James Morrisson e etc... Eu toco uns 20% de músicas próprias no show (mais do que isso, é cara feia pra mim), mas to tentando mudar a porcentagem com a divulgação das autorais. Ainda to pesquisando um jeito eficiente de aproveitar a "vibe" do show pra despertar o interesse do público no pós-show, que é o principal. Elas precisam ter a vontade de, ao chegar em casa ou no outro dia de manhã, se lembrarem "po, vou entrar no site do Geovanni, vou pesquisar a letra de tal música, vou ver quando é o próximo show na agenda do MySpace..."

    O dia que a gente acertar isso aí, muita coisa vai melhorar.

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  19. Sim, tem programas pra turbinar o MS, eu já vi ate nesses sites de baixar softwares gratuitos. É ridículo pq enche o seu site de coments spam, amigos gringos, é uma coisa bem visível... E volta na velha questão do vínculo: muita gente vai entrar, e até gostar muito do que ouvir, mas não vai voltar, ou será uma frequência raríssima. É quase impossível prender atenção de alguém por muito tempo na web, é informação além da capacidade humana... Por isso a importância dos meios reais.

    Abraçao

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  20. É verdade, muito gente entra, elogia e some....

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  21. Geovanni, sobre os covers no repertório já dei minhas opiniões nas Dicas de Sobrevivência: http://www.leoni.com.br/post.php?titulo=dicas-de-sobrevivencia-do-musico-no-mundo-digital-cap-x-modificado e http://www.leoni.com.br/post.php?titulo=dicas-de-sobrevivencia-do-musico-no-mundo-digital-cap-xi-shows-ii

    Acho melhor ter um projeto paralelo que financie sua carreira autoral. Algo que tenha até um outro nome.

    Acho que a idéia do Áureo deve funcionar melhor a longo prazo. Mas se os fatos me desmentirem eu troco de opinião imediatamente.

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  22. Diretos das Dicas de Sobrevivência:

    Banda de cover

    Banda de cover dificilmente deixa de ser banda de cover. Isso já foi abordado por mim em outro Diário, mas quero voltar ao assunto.

    O público de uma banda de cover não vai ao show para ouvir novidades, mas para cantar junto as músicas que conhece e gosta. Uma banda com esse tipo de trabalho que toque sempre na mesma casa acaba criando público mais facilmente que uma outra com material próprio. Mas é um público que não está nem aí para o lado autoral de quem está no palco. É como ir a uma boate, só que com música ao vivo. Pode, no máximo, ser condescendente e aceitar umas duas canções próprias. É como se o DJ da boate começasse a tocar um monte de músicas que você não conhece. Uma ou outra, vá lá. Mais que isso você vai procurar outro lugar para dançar.

    Para aqueles que não gostam de bandas cover por princípio – esse é o meu caso, por exemplo, com raríssimas exceções como a Rio Sound Machine, especializada em som dos anos 70 – a mudança vai sempre parecer estranha. Em alguns casos é melhor mudar o nome da banda, perder o público antigo e começar do zero. Foi assim com o Roupa Nova – ex-OS FAMKS – e com o Rádio Táxi. É claro que em toda regra existem exceções, mas são muito poucas. O estilo de uma banda se define muito pelas suas limitações e “preconceitos”. Se eu só sei tocar samba não vou nem tentar o heavy metal, nem vou querer. Já uma banda da noite tem que saber tocar de tudo e não ter preconceitos, o que é muito ruim para uma banda autoral.

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  23. Sim Leoni, valeu. Eu já tinha lido sobre isso no seu diário. Eu pensei em fazer um projeto paralelo, mas por enquanto uso o meu nome em tudo... Existe uma banda daqui chamada "Casulo" da qual faço parte como sideman, que começou na noite fazendo cover e gravou um disco com próprias. Deu super certo, sem precisar de projetos paralelos. Vendeu muitos discos pro mercado daqui (cerca de 4 mil) e tanto as músicas próprias quanto os covers eram super bem aceitos, de igual pra igual. O grande vacilo da banda foi no momento do auge, não ter criado um vínculo bom através da web e o repertório, que ficou repetitivo demais (chegamos a tocar umas 5x por semana, e nada de música diferente). A comunidade do orkut chegou a ter 7 mil pessoas! Hj a banda está em baixa, estamos tocando pouco, mas é um fato de que o cover e o autoral podem conviver no mesmo palco, sem problemas. Eu acho que tudo depende da coerência do repertório (senão vira banda de baile) e de manter uma dinâmica dançante, já que estamos falando de música como pano de fundo pra entretenimento noturno. Eu nunca vou tocar a minha música mais lenta no barzinho, por exemplo.

    Em breve eu terei resultados com relação ao meu trabalho, ai eu digo se está funcionando ou não.

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  24. Olá!!

    Como sempre, boas indicações. Tô mais aprendendo do que tenho pra ensinar... a nossa banda ainda está engatinhando e essas dicas são valiosas (http://bandamucambo.blogspot.com).

    E pra não ficar tão vazio o comentário, além do ótimo Móveis Coloniais de Acaju, uma boa indicação é o Cidadão Instigado do excepcional Fernando Catatau (http://fernandocatatau.blogspot.com) e a Silvia Machete (http://www.silviamachete.com), que faz o show mais incomum da atualidade. Outra boa banda é o Forgotten Boys.

    Vale a pena conferir!

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  25. Leoni e Geovanni, acabo de ler no myspace do Henrique Portugal ( Skank ) um texto que tem a ver com o assunto acima, aí vai:
    Tocar somente músicas próprias ou fazer releituras de outros artistas ?
    Categoria: Música
    Existe uma coisa muito engraçada no pop/rock que é evitar tocar músicas de outros artistas.

    Este tipo de coisa é básica em outros estilos musicais como o Axé por exemplo.


    Não estou falando da história de não tocar músicas próprias mas posso garantir que isto ajuda bastante tornando o show da sua banda mais interessante.

    O ideal é voce tocar uma música de outro artista dando a um toque personalizado no arranjo.

    Esta história de banda comecando tocando somente músicas próprias é legal. Mas imagina voce indo a um show onde conhece somente uma ou duas músicas e fica praticamente olhando o resto do show. As vezes isto é muito chato.

    Em tempos atuais onde o show é a maior fonte de receita dos artistas vale a pena pensar nisto!
    www.myspace.com/programafrente

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  26. O Henrique, está lançando uma nova versão do "Frente" , estou em negociação pra participar, me sigam pelo twitter que vou informando as news. www.twitter.com/aureolopes

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  27. É Áureo, o lance das releituras se encaixa no que eu falei sobre coerência de repertório. Tem muita banda aqui em MAO, por exemplo, que toca no mesmo show, uma música do System of a Down e depois Engenheiros do Havaí. É uma coisa completamente "over". Um dos pontos fortes da Casulo era o repertório sempre com a mesma cara, a sonoridade da banda , independente de tocar cidade negra, gilberto gil ou casulo, era exatamente a mesma o tempo todo. O som é uma marca registrada, se ele é coerente no dercorrer das 2 horas do show... ponto a favor.

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  28. Leoni, Bom Dia!!!
    Estou acompanhando o seu BLOG, e acompanho também o myspace, e falando de um artista que você citou o LUCIANO NASSYN, fiquei muito interessada pelo trabalho dele, pois várias coisas me chamaram a atenção: 1° Ele está quase sempre ONLINE, possui muitos acessos no seu myspace e um grande número de amigos. Ok...mediante isto fui atrás de várias outras informações e inclusive cheguei a ir no SHOW aqui em São Paulo.Consegui falar com o artista e descobri que ele fica praticamente o tempo todo fazendo a divulgação do seu trabalho via MYSPACE, ORKUT e através do seu site oficial. Ele gosta de cativar as pessoas e mante-las próximas, para saber as opiniões com relação ao seu trabalho. Mediante essa conversa resolvi ir atrás de maiores informações e encontrei muitas notas na midia sobre o artista, pesquisei ORKUT e econtrei 5 perfis do artista lotado.Acompanhando o myspace, orkut e demais fontes da internet, observei que a agenda do cantor e compositor está sempre lotada, com SHOWS em São Paulo e por todo Brasil.No Show em que fui na LANTERNA - Vila Madalena é Sensacional a Banda e Ele tem fãs que lotam a Casa, algo muito absurdo....pessoas que pedem e gritam para ele cantar as músicas dele, torna-se algo até desagradavel pois não temos como andar na casa de SHOW.A Festa de lançamento do seu CD aconteceu no dia 12.05.09 no BAR ÉBANO - Vila Olimpia em São Paulo, e mesmo antes da festa o artista já tinha vendido 2.000 mil CD´S. Ele faz as vendas através do seu site e nos Shows. Agora eu acredito que o grande SUCESSO do Myspace se dá a sua popularidade, pois ele é O LUCIANO (ex-TREM da Alegria) que quando criança vendeu mais de 10.000 Milhões de cópias de Disco. Mas independente dessa "FAMA" e de ter mais de 30.000 mil fãs que acompanha o seu trabalho desde os anos 80 as músicas do Luciano Nassyn são ótimas,um Som de POP muito agradavel. Leoni, eu levei exatamente 09 dias para concluir essa pesquisa e fazer essa indicação para você.
    Espero que tenha gostado. Como fui no Show, posso garantir AO VIVO a Banda é muito Melhor.

    Abraços,
    Juliana Juarez
    São Paulo - SP

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  29. Continuação....Leoni, mais uma informação referente ao LUCIANO NASSYN, as músicas do seu CD estão disponiveis no site do TRAMA VIRTUAL.
    Segue dois LINKS dos quais utilizei de Fonte
    www.myspace.com/lucianonassyn
    www.lucianonassyn.com.br

    Abraços,
    Juliana Juarez
    julianajua1@hotmail.com
    São Paulo - SP

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  30. Valeu, Juliana. Vou checar.
    Veja como a internet cria realidades paralelas. Ninguém ouviu falar dele além dos fãs dele. E precisa mais?
    Veja a divulgação que você fez.
    Vou tentar falar com ele para que ele escreva para nós sobre suas atividades internéticas.

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  31. Já mandei um e-mail para ele. Vamos ver se ele passa por aqui.

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