22 de jul de 2009

Artistas acham apoiadores enquanto gravadoras fenecem



Deu no New York Times. Traduzo o início:

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Havia um tempo em que a maioria dos artistas aspirantes tinham o mesmo sonho: assinar um contrato com uma gravadora major.

Agora, com a estrutura do negócio da música mudando radicalmente, alguns iconoclastas da indústria estão contornando os gigantes da música e inventando novas formas para artistas criarem e comercializarem suas músicas – sem mais assinar um contrato tradicional.

A ação mais recente vem de Brian Message, empresário da banda alternativa Radiohead, que deu de graça swu último álbum, In Rainbows, na internet. Sua firma de investimentos, a Polyphonic, conforme anunciou este mês, procurará investir algumas centenas de milhares de dólares em artistas novos e ascendentes que não assinaram contratos de gravação e desta forma ajudá-los a criar suas próprias ligações diretas com seus públicos pela internet.

“Os artistas estão no ponto em que perceberam que voltar ao velho modelo não faz mais sentido algum”, disse Mr. Message. “Há uma fome por novas maneiras de fazer as coisas.”

A Polyphonic e outros empreendimentos similares são sintomas de mudanças profundas no negócio da música. As grandes gravadoras — Sony Music, Warner Music, EMI e Universal Music — não têm mais aquele pulso firme para criar e vender música profissional e fabricar sucessos com boa colocação no rádio.

Leia a matéria toda aqui.

Legenda da foto: Emily Haines, da banda Metric no Festival de Coachella em Indio, California, ano passado. A Metric, que recusou um contrato de gravação, fez seu próprio álbum e o ofereceu à loja do I-Tunes. (foto de Frazer Harrison/Getty Images)

3 comentários:

  1. cara, é isso que ta rolando.
    Intermediários de música vai ficar cada vez mais dificil.

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  2. Interessante iniciativa, porque o dinheiro continua sendo a ferramenta central na confecção de áudio de boa qualidade. Investimentos serão nescessários, não importa de onde venham.

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  3. Nos apartamentos construidos na decada de 50 e 60 a cozinha era o maior comodo da casa, porque alem das mulheres ficarem la o dia todo, era la que a familia se reunia nos fds. Hj a cozinha esta reduzida ao espaço pro fogao e geladeira, pq ninguem mais quer comer em casa, preferimos ir no restaurante!

    O artista esta aprendendo a se fazer presente sem ter alguem ditando as ordens por tras de uma mesa. Fato.

    ass. Monika Reeve

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