2 de jun de 2009

Eu quero meu Spotify

Spotify, para quem ainda não sabe e não sonha com ele, é um serviço de streaming on demand. Ou seja, você pode ouvir qualquer música a qualquer momento que quiser, pode criar, trocar e compartilhar listas com outros usuários, sem ter que baixar nenhuma canção. No momento só existe na Europa. A previsão de implantação para os EUA é para o fim desse ano, assim como a portabilidade total. No momento é um aplicativo para desktop. Embora já existam alguns aplicativos que solucionem parcialmente esse problema como no vídeo abaixo:



Não é impressionante?

Para entender melhor a trajetória do Spotify, aí vai um vídeo como Daniel Ek, o inventor dessa história, no qual ele relata os dois anos de conversações com gravadoras e editoras para conseguir lançar o aplicativo.


The Music Void - Daniel Ek on MUZU.

Eu quero meu Spotify!!!

4 comentários:

  1. É fantástico mesmo. Moro em Londres e uso direto. Quando chega visita em casa já é uma curtição criar e ouvir playlists no Spotify. É rápido, o acervo é bom (com lacunas, mas muito bom), as propagandas (para quem usa o serviço gratuito) não incomodam, a interface é prática... enfim, tomara que chegue por aí também. Abraço.

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  2. Parece que o Spotify é mesmo muito poderoso, não apenas pelos recursos, mas também pelo acervo. Aqui no Musicalíquida, em um post anterior, publicamos uma comparação entre o Spotify e o tupiniquim Sonora. Os números falam por si.

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  3. Eu quero meu spotify... o eco ao "I want my mtv" foi consciente ? De qualquer forma , parece que estamos diante de um fenômeno semelhante ao aparecimento da MTV, o momento em que uma idéia ganha tração com o mundo dos negócios e com o público, ao mesmo tempo.

    Evoé ,barcos à vista!

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  4. Engraçada foi a reação do Humberto Barros no Facebook, achando tudo assustador demais. Para mim é mais simples: tudo vira execução pública, feito tocar na rádio. Quem é mais executado recebe mais do bolo formado pela taxa de acesso ao serviço e pela publicidade veiculada no Spotify. Acho que será bem mais lucrativo que o antigo sistema - ou, pelo menos, quero acreditar nisso - já que, em breve seremos todos os seres humanos conectados por banda larga. E uma merrequinha vezes bilhões dá muito dinheiro.

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