28 de mar de 2009

20 coisas que você tem que saber sobre música online



O livro 20 Things You Must Know About Music Online, de Andrew Dubber, é um guia de estratégias para músicos se posicionarem na internet - pensando bem, não apenas para músicos. É escrito, e editado de forma clara e concisa. Direto ao ponto. Pragmatismo na veia.

Um bom recurso do Dubber é resumir logo no início as tais 20 coisas que desenvolverá ao longo do livro. Aqui abaixo vai a minha tradução para este resumo. As falhas de estilo e as imprecisões vocês podem creditar a mim.

1. Don’t Believe the hype
Sandi Tom, Artic Monkeys e Lily Allen não são superfamosos, ricos e bem sucedidos só por causa do MySpace ou porque eles milagrosamente atraíram uma multidão de milhares para o seu site caseiro. Ralações públicas, mídia tradicional, gravadoras e dinheiro estiveram todos envolvidos.

2. Ouvir / Gostar / Comprar
É a regra de ouro. Pessoas ouvem música, então elas gostam da música e aí elas compram a música. É a única ordem que rola. Se você tenta fazer em qualquer outra sequência, simplesmente não funciona.

3. Formadores de opinião é que mandam
Sabemos da importância do rádio e da mídia impressa. Existem agora novos formadores de opinião que vão contar a sua história com credibilidade. Você precisa descobrir quem eles são – ou melhor ainda, tornar-se um deles.

4. Customize
Uma solução sob medida, ou pelo menos algo pré fabricado adaptado à sua presença na web, é crucial. Uma solução “de prateleira” irá praticamente garantir seu anonimato.

5. A Cauda Longa
Chris Anderson provou cabalmente que o varejo do futuro é vender menos de mais. Ponha tudo online. Expanda seu catálogo. Você fará mais dinheiro vendendo um grande número de produtos de nicho do que uns poucos hits.

6. Web 2.0
Não tente ser um destino – torne-se um ambiente. Seu website não é uma publicação – é um lugar onde pessoas se encontram e conectam-se com você e umas com as outras.

7. Conecte-se
Seu website não é uma estratégia promocional. Aprenda como contar uma história e como contá-la da maneira adequada para comunicação na web. Pense como poderia ser traduzida seja para mídias novas ou tradicionais.

8. Cross-promote
Suas coisas online não são um substituto para suas coisas offline, assim como não existem independentes delas. Descubra como fazer interseções entre as duas.

9. Menos clicks
Isso é especialmente verdadeiro se você quer que alguém compareça com dinheiro. Se eu tenho que preencher um formulário, navegar por três camadas de menu e aí então digitar uma senha, não vou querer mais a sua música.

10. Profissionalismo
Se esse é o seu negócio, você precisa transparecer isso. Trate seu perfil online da mesma forma que trataria suas demais peças de comunicação comercial.

11. A morte da escassez
A economia da internet é fundamentalmente diferente da economia do mundo das estantes e dos estoques limitados. Você pode dar um milhão de cópias de seu disco para vender mil.

12. Identidade distribuída
De uma perspectiva de relações públicas, é melhor você se espalhar pela internet do que permanecer em um lugar. Comunidades, perfis, comentários e redes são incrivelmente úteis.

13. O.M.B.
Você precisa entender como a Otimização de Mecanismos de Busca funciona e como maximizar suas chances de ser encontrado. Seja achável e procurável.

14. Permissão
Sua mensagem deve ser bem vinda, relevante e pessoalmente útil. Deixar as pessoas escolherem se juntar a você é uma estratégia muito mais efetiva do que mandar spams.

15. RSS
Disponibilize-o, use-o e ensine-o. RSS é o elemento mais importante do seu site. Trate-o como tal – mas lembre-se que é ainda novo para a maioria das pessoas. Ajude seu público a adotá-lo.

16. Acessibilidade
Nem todo mundo tem computador rápido ou acesso banda larga. Nem todo mundo tem o dom da visão. Faça de modo que tudo o que você fizer online seja acessível. É fácil, é importante e evita que as pessoas desistam logo na porta.

17. Recompense e incentive
Agora tudo é acessível o tempo todo. Dê às pessoas um motivo para considerar você como parte do envolvimento econômico delas com a música.

18. Frequência é tudo
“Repeat business” é uma das mais bem sucedidas estratégias comerciais na indústria cultural. Você quer que as pessoas voltem? Dê-lhes algo para retornar que elas não tenham visto antes.

19. Seja viral
Seja lá o que você fizer, faça de forma que as pessoas queiram enviar para outras pessoas. Sua melhor propaganda é o boca a boca, porque online o boca a boca é exponencialmente mais poderoso.

20. Esqueça o produto – venda relacionamento
O antigo modelo de negócio da música é dominado pela venda de artefatos individuais por uma soma estabelecida de dinheiro. O novo modelo tem a ver com iniciar um contínuo relacionamento econômico com uma comunidade de fãs.

25 comentários:

  1. Vou jogar uma para um bate bola aqui:

    Quem acredita que esse formato é o definitivo, ou mesmo que vá durar mais do que o pobrecito do CD?

    Façam suas apostas (acho que deveria estar mais para tentar explicar do que para bagunçar né? Mas é que Yo no creo no que se passa) Simplesmente não vejo nenhum pingo de divertimento nessa nova popmusic format.
    Devia ter né?

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  2. Cada vez que penso em soluções, mais dá vontade de jogar a toalha branca e desistir de tirar um trocadinho com música gravada hehehe.

    Parece que voltaremos ao tempo pré-gravação, onde só se ouvia música ao vivo, nos saraus de família, teatros... um novo ciclo, como todos os outros que aconteceram (renascimento/classicismo, a retonomada atual por timbres/sonoridade vintage, etc.). A diferença é que o novo ciclo vai mexer com o bolso e fazer a gente pensar muito sobre como sobreviver, superar... inovar.

    De alguma forma, a idéia de relacionar música líquida e show, interligados pela web, parece funcionar muito bem. Quem pode confirmar isso é o Leoni, que tem feito shows pelo Brasil já com essa nova mentalidade. Com certeza ele divulga o site no show e assim ele sabe o feedback que isso trás pra sua carreira em geral.

    Quanto ao CD, acho que de alguma forma ele vai durar muito tempo, em tiragens simbólicas. Seria bom discutirmos levando em conta a realidade brasileira. Ainda vejo muita gente frequentando as lojas de cd/dvd aqui. Mas estou no Amazonzas, isto é, fora do Brasil hehehe

    Bem, continuarei pensando!!!! To muito novo pra jogar a toalha.

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  3. É o Geovanni falando. Estou na conta dos meus pais!!! Blogueiros!!!! hehehe

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  4. Não sei não acho tudo isso com uma cara de transição , passagem para uma outra coisa. Tem uma coisa que não é mutio dita mas é o seguinte. Música gravada é uma coisa totalmente diferente de ir ver um show (Dãã óbvio). Parece que um pode substituir o outro, mas não, claro que não afinal a quantos shows se pode ir em uma semana?....Queria saber uma solução é para a música gravada! O show ainda está indo razoavelmente bem nessa história toda e pode aguardar sua vez.

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  5. Convidei o Torcuato, Dunga, Enrico de Paoli e outros experientes da música para discussão. Sei que todos eles tem idéias sobre o assunto, vamos esperar.

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  6. No mundo de antigamente havia uma tiragem x de LPs/CDs que custavam um certo dinheiro para serem impressos e que depois iriam para a venda em algumas lojas "físicas", onde eram vendidos por uma certa quantia. Podiam ficar encalhados ou esgotar, exigindo uma nova prensagem.


    A digitalização das músicas e sua disponibilização na internet introduziram um dado crucial e que é totalmente inédito na história: um arquivo sonoro pode ser baixado, copiado e enviado idefinidamente. Tanto faz uma cópia ou um milhão, o preço é o mesmo: noves fora a gravação e a masterização, próximo de zero. Isso rompe inteiramente com as regras econômicas do mundo físico. O que antes era um ambiente de escassez, agora é de abundância.

    Não vou dizer A SOLUÇÃO para a música gravada, mesmo por que não deve haver apenas uma. Mas creio que quem procura por soluções tem que levar em conta esta mudança radical.

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  7. Sabem do que é feito um show daqueles que vimos na apoteose na semana passada?
    OK, certo...de todas as respostas que foram pensadas e mais essa ..que todos esquecem: Ensaios, meses de ensaios. Se as pessoas têm que ter outros empregos para fazerem suas músicas e seus shows , então é melhor sentar e assistir. Porque o trabalho envolvido nisso é grande e a proposta atual é: dê seu jeito...e lá vai shows de violão e voz e bandas que não ensaiam por que tem que levantar capital.
    Se isso deixar de ser uma profissão, aqui e ali, o negócio vai ficar feio.
    Eu amo esse negócio mesmo e ao mesmo tempo não entendo de transações humanas o bastante para depositar muitas esperanças na música online. A realidade é essa eu sei, vou até lançar um site-álbum-site esse ano para desenvolver online o que acredito ser tão importante- o encarte e o álbum. Mas algo me diz que o ser humano se amarra em comprar uma guloseima e que estamos negligenciando esse fato
    câmbio desligo aqui também.

    bjs

    Humberto.

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  8. Vinil é definitivo. O resto desmagnetiza.

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  9. Meu amigo, que blog excelente o seu. Você está escrevendo sobre algo importantíssimo.

    Sobre o formato que você está usando pra distribuir sua música, concordo plenamente com o conceito. Tenho uma banda e, em breve, vamos lançar nosso CD. Ele virá no formato físico (que ainda acho importante, especialmente se for bem cuidado, com livretos bacanas, fotos interessantes, alguns extras etc), mas será igaulmente distribuído online. Eu já venho pensando e quebrando cabeça com isso há mais de um ano, buscando uma forma de fazer algo com um mínimo de relevância artística, dentro desse novo formato, e mantendo a possibilidade de vender isso.

    O problema não está em vender, e sim em como vender. Dar música de forma organizada, com respeito ao seu consumidor, com qualidade, pra mim é vender. porque se ele gostar do seu som, vai a um show, vai comprar uma camiseta, vai te mandar um email perguntando quando vão tocar na cidade dele.

    Parabéns pela iniciativa. Abraço.

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  10. Humberto, estou adorando a sua participação aqui. Acho que temos inúmeros assuntos a tratar só por conta das suas colocações.

    São tantas coisas acontecendo que parece que é tudo parte de uma mesma história, mas acho que não são.

    “Quem acredita que esse formato é o definitivo, ou mesmo que vá durar mais do que o pobrecito do CD?”

    Quanto ao formato de consumo de musica: não acho que vá haver um só formato daqui para frente.

    No meu site eu descobri que quase todos os meus fãs querem um produto físico, o que, no momento, significa comprar um CD.

    Já os não tão fãs vão baixar de graça na internet e eu vou ganhar a atenção deles se eles gostarem da canção. Talvez no futuro alguns poucos resolvam adquirir um suporte para a musica que já têm.

    Com a volta do vinil, um certo grupo de pessoas está retornando ao bolachão – que é muito mais bonito que o CD. Muitos artistas estão lançando boxes especiais com livros de fotos, DVD de making of, camiseta e música, inclusive.

    Algumas poucas pessoas compram faixas legalmente no iTunes.

    Acredito que também haverá quem não vá mais comprar música e terá tudo disponível em streaming pagando uma pequena taxa pelo acesso a um arquivo de milhões de músicas – assim que os problemas de direito autoral forem resolvidos.

    Só não acho que a venda de música será o negócio principal, especialmente CD que é uma coisinha bastante sem graça. Acho que o streaming pago, como um direito de execução pública igual ao do rádio, e as apresentações ao vivo serão o ganha pão dos artistas.

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  11. Continuando, Humberto:
    "Não sei não acho tudo isso com uma cara de transição , passagem para uma outra coisa."

    Você tem razão, mas a música quando se digitalizou perdeu seu poder de controle. Até quando você compra um vinil, se tiver um toca-discos com saída USB, pode colocar na rede do mesmo jeito.

    A saída é esquecer o controle e cobrar uma taxa fixa pelo acesso ao conteúdo. Isso vai para o que as pessoas estão chamando de "pool of money" que teria que ser dividida de uma forma justa pro-rata por streaming.

    Só vai dar para vender o que as pessoas não conseguirem de graça:

    When copies are super abundant, they become worthless.

    When copies are super abundant, stuff which can't be copied becomes scarce and valuable.

    When copies are free, you need to sell things which can not be copied

    Mais detalhes: http://www.hypebot.com/hypebot/2009/03/kevin-kelly-sell-things-that-cant-be-copied.html

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  12. Quanto à música nessa era estar sem graça não é culpa do suporte, é da própria música. Quantos artistas ainda te provocam aquele frio na espinha quando lançam material novo? Por quantos artistas você ficaria numa fila para ouvir seu trabalho em primeira mão? Quantas canções atuais te mostram que o mundo poderia ser muito mais rico e poético ou, ao menos, um pouco menos banal?
    Esse já é outro assunto. Ou não?
    Vou responder essa parte em seus outros comentários nos outros posts.

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  13. Citando o Leoni: "Acho que o streaming pago, como um direito de execução pública igual ao do rádio, e as apresentações ao vivo serão o ganha pão dos artistas." exato.

    O que me preocupa é que a grande mídia - rádio, esse novo rádio do streaming, tevê, os sites que milhões acessam etc. - tem grande tendência a ser controlada por poucos, poucos que têm a grana para veicular em espaços fora da web o suficiente para ancorar sua alta procura dentro da web.

    A tendência, portanto, é que o modelo da divulgação da música que temos atualmente fora da web se repita nela.

    As gravadoras já estão virando firmas de produção / divulgação de eventos. Não fica difícil imaginar um jabá pra ter a música incluída no podcast de um famoso ou num streamimg super acessado.

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  14. É meu amigo Leoni, a verdade é que do meio do turbilhão é bem difícil de se enchergar e/ou se dicernir formas e saídas, e definitivamente estamos bem no meio do turbilhão.
    A verdade é essa mesmo...a diversidade de gostos sempre definiu muito no mundo da música. Definiu a quantidade de estilos musicais que temos..claro..define o uso, cada um de nós sempre usou a música para coisas tão diferentes com intuitos tão diferentes também, porque não definiria uma pluralidade de formas de se adiquiri-la (com ífen e trema já é demais- essa palavra deveria cair por inteiro).
    O streaming pago é uma saída, porém me parece a mais utópica das saídas. Como no universo chegaremos a ter um streaming pago com alguma significatividade míninima se a onda de pensamento parece levar para o "chega de pagar, a internet é dar para a população, dar o que nunca foi dado" ?
    E aí vai uma outra questão somos mocinhos ou vilões?

    abçs

    Humberto

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  15. Versão de gente

    É meu amigo Leoni, a verdade é que do meio do turbilhão é bem difícil de se enxergar e/ou se discernir formas e saídas, e definitivamente estamos bem no meio do turbilhão.
    A verdade é essa mesmo...a diversidade de gostos sempre definiu muito no mundo da música. Definiu a quantidade de estilos musicais que temos..claro..define o uso, cada um de nós sempre usou a música para coisas tão diferentes com intuitos tão diferentes também, porque não definiria uma pluralidade de formas de se adiquiri-la (com ífen e trema já é demais- essa palavra deveria cair por inteiro).
    O streaming pago é uma saída, porém me parece a mais utópica das saídas. Como no universo chegaremos a ter um streaming pago com alguma significatividade míninima se a onda de pensamento parece levar para o "chega de pagar, a internet é dar para a população, dar o que nunca foi dado" ?
    E aí vai uma outra questão somos mocinhos ou vilões?

    abçs

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  16. Mto bom esse livro!! Estratégias correspondem a realidade.
    Bem, algumas ponderações:
    - A ideia de vender um pouco de tudo na net, por que vc não faz o teste? Já temos as blusas para vender, certo? Tem como vc saber qto que já foi vendido? Poderia fazer o teste e colocar os dvds, os cds, o livro, tudo para vender no seu site.

    - Juntando com o que eu comentei no fórum, quem fosse assinante e pagasse a tal taxa X anual/mensal, teria um desconto de X% para compras online no seu site..

    -RSS, sempre vejo por ai, mas ainda não tive a curiosidade de aprender a usar e saber o que é. Portanto, tá valendo essa tb como divulgação..

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  17. Isso daqui foi o que postei no Diario de Bordo!

    Leoni, como administradora, acredito que é esse mesmo o caminho. Vc já conseguiu 23mil pessoas no site, agora é uma questão estratégica de como reverter em lucro essa participação.

    Uma opção seria vc restringir algumas coisas do site para os pagantes. Pagar um valor X anual e ter certos benefícios que os não pagantes não terão. Vejo muitos sites fazerem isso, Bryan Adams, Kiss e outros. Faça uma pesquisa para ver os benefícios e ter idéias para aplicar no site.

    Assim, ngm fica excluído. Os não pagantes continuam usurfruindo de uns 80% do site e os pagantes 100%.

    Bem, é só uma ideia =)

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  18. Humberto, a única coisa utópica nessa história de cobrar pelo acesso é que quem tem algum controle - gravadoras, artistas e autores - tem que abrir mão dele. E isso não se faz com idéias. Mas o nome desse blog vem da idéia da música se transformar num serviço como a TV por assinatura ou a água que sai da torneira da sua casa: parece grátis. Você não vai pagar mais à NET ou SKY se vir mais televisão que eu. Já está tudo incluído. Você não terá que colocar seu cartão de crédito na pia cada vez que abrir a torneira.
    Como cobrar, como distribuir o dinheiro arrecadado, tudo isso deve ser disticutido com seriedade, mas imaginar uma forma de controlar e cobrar por cópia já ficou impossível. Para efetuar esse controle, todo cuidado é... inútil.

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  19. Caro Haemocytometer, não há porque um serviço desses deixar qualquer um de fora. O preço de armazenagem e transmissão de dados é quase zero e será ainda menor. Quem vai fazer a sua divulgaçnao é o seu fã que vai dizer para o amigo que o seu trabalho é o máximo, que vai passar essa mensagem adiante.
    A publicidade normal está cada vez mais cara e ineficiente - como chegar em todo mundo se cada um vê o que quer na hora que quer?
    As gravadoras já não mandam mais nada e as rádios cada vez importam menos. Aquele mundo acabou, estamos construindo um novo que pode ser muito melhor e mais lucrativo que o anterior. Ou não. Depende de como vamos conduzir esse processo.

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  20. Camila, você tem razão quanto ao acesso restrito para conteúdo exclusivo. O problema é que criar uma área paga custa dinheiro. Até mais que gravar um disco. E dá um trabalhão para produzir material, administrar essa grana etc. Para pensar nessa estratégia ela tem que ser muito rentável porque os custos aumentam junto.
    Temos que ir devagar para ter fôlego de caminhar sempre.
    Mas adorei as idéias e pretendo implementar algo nesse sentido assim que for po$$ível. rsrs

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  21. Concordo com a parte: Quem vai fazer a sua divulgaçnao é o seu fã que vai dizer para o amigo que o seu trabalho é o máximo, que vai passar essa mensagem adiante.

    De fato foi assim que virei fã do Leoni, uma amiga me passou o mp3 do cd ao vivo, gostei, baixei as outras músicas e virei fã.

    Com certeza outros tantos tb viraram fã assim.

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  22. Então, já temos a ideia, agora é desenvolve-la. Tipo um plano de negócio, rs. Começar a juntar as ideias, ver o que é possível implementar, pesquisar quem já utiliza esse serviço, analisar os custos, o lucro..
    Já abri um tópico no fórum para discutir o que pode ser melhorado no site, quem sabe outras ideias apareçam e dê para juntar tudo e criar algo rentável e possível?!

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  23. "Por quantos artistas você ficaria numa fila para ouvir seu trabalho em primeira mão?" Leoni, essa frase tua me lembrou de um tempo em que eu ficava ansioso pra comprar o novo disco de uma banda que eu gostava, ou até mesmo em ouvir o primeiro single desse artista no rádio, lembro que quando a legião estava prestes a lançar o
    "V" , começou aquele burburinho entre os amigos... " vc já ouviu a nova música da legião no rádio?"... " A música nova se chama Teatro dos vampiros"... Isso me fez refletir, antigamente tínhamos um acesso muito menor aos discos, singles, etc...Então, isso aumentava a curiosidade em relação ao que estava por vir, hoje o artista começa a trabalhar uma demo e já sai algo na net, isso acabou com essa relação de suspense/ansiedade que envolvia artista e fã, a legião criou um hiato de 3 anos entre " as 4 estações" e o "V", e isso aconteceu várias vezes com outros artistas que eu gostava, não sei se a minha curiosidade diminuiu ou se esse novo formato acabou com isso.

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  24. Patrocinador oficial: o público! Acho que com uma estratégia inteligente, dá pra se chegar em algum lugar! Ou eliminar uma possibilidade hehhehe

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